Wednesday, February 6, 2013

Fibra Optica:


 



A. Introdusaun Fibra Otica:

A fibra ótica inventa husi ema fisiko husi indiano naran Narinder Singh Kapany. Husi diferentes metodos ba fabricasaun fibra otica nebe existe ona, nebe konhesidu lui mak MCVDVAD e OVD.


Fiber optic mak media transmisaun nebe halo husi vidru nia rahun e plastiku nebe usa sinal flash hodi halo transmisaun data. Rais Flash nebe usa mak laser tamba iha spectrum nebe mehis tebes, ba sira nebe estuda fisika e moos parte electro bele moos hatene.  Media transmisaun fibra otica nebe desenvolve lalais tebes hodi troka media hanesan copper (Riti) ho solusaun fibra otica iha lui vantagens no grante kualidade ba transmissaun data nebe seguro no lalais ho qualidade nebe diak lui iha parte seluk mak fasil lui  atu transmiti informasaun nebe ho kapacidades (Banda Larga) Nebe Lalais no Kapasidades Boot, Ho rasaun fundamento tamba halo husi vidro no plastiku hodi grante moos nia signal sei la halo intersepsaun ho onda elektromagnetiku e moos frekuensia radio.

Kompara ho media ka fio seluk hanesan cooper bele iha  interferensia ho onda elektromagnetiko e media wireless nebe halo interferensia ho frekuensia radio. FO lui husi padraun ISO grante ona nia kualidade nebe iha setores barak mak sucesso tebes usa meios ida nee hodi halo ligasaun husi rede nebe distancia besik no dook e ate entre, cidades, nasaun e kontinente lui husi fiber otica nebe sai fonte principal (backbone) ba moos redes telekomunikasaun.

Fiber otica fahe ba tipo rua,  single mode e multi mode. diferente husi single mode e multi mode mak tuir definisaun  single mode iha tamanho 6 - 12 core nebe kiik, rais signal laser, banda sem limiti, e ho distancia nebe mais ou menus (60 km ) multi mode iha tamanho 24 core nebe boot lui, rais signal laser ou Light Emitting Diodes (LED), Banda Limitada, ho distancia (300 – 500 m) . Estrutura basico fiber otica iha parte tolu mak core (principal), cladding (lolon ka kulit), e buffer (parte protesaun nian normalmente usa aluminium) ou coating (mantel). Core e cladding halo husi vidro nia rahun  e buffer ou coating halo husi plastiko atu iha fleksibel.
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Desenho Principal fiber otica
B. Componentes ou Assesories Fibra Otica
Iha Tipos no Marca oin oin deit kona ba componentes principal nebe kustumi usa ba instalasaun iha parte redes ba setor telecomunikasaun, redes nasaun nian no governo:

Monta Fiber Otica (Parte Importantes ba Assemblies FO):
Mak hanesan connector, pigtail, e patch cord.
Connector mak  parte oin  fibra otica, iha tipos no modelos nebe oin oin deit hanesan tuir mai nee.
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Desenho Connector Fibra Otica
Pigtail mak parte kiik husi fio nebe mak iha konektor ida iha nia oin, pigtail sei liga ho fio fibra otica nebe mak seidauk iha konektor.
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Desenho pigtail
Patch cord mak fio fibra otica nebe mak iha parte rua iha hotu konektor. Patch cord usa ba halo ligasaun ho device  ou konhesidu moos ho optic jumper.



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Desnho patch cord
Wall-Mount
Wall-mount mak terminiasaun fibra otica nebe monta ba parte diding lolong nian.
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Desenho Wall-Mount
Optical Termination Box (OTB)
Optical Termination Box (OTB) mak parte terminasaun fibra otica nebe monta iha rak ka box.

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Desenho OTB
Joint Closure
Joint Closure mak ponto ligasaun ka junta husi fio fibra otica.
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Desenho Joint Closure
High Distribution Cabinet
High Distribution Cabinet mak rak fatin ba terminasaun fio fibra otica .
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Desenho High Distribution Cabinet
C. Testing (OTDR e Power Meter)
Optical Time Domain Reflectometer (OTDR)
OTDR  equipamento nebe usa ba hodi halo teste no halo evaluasaun ba konesaun fibra otica lui husi tempo dominio nian.  Iha moos parametros balun nebe maquina OTDR  bele sukat mak:
  • Distancia
Ponto Lokalisasaun ba link ka ligasaun, ponto link ka ligasaun nia kotu.
  • Loss ka Lakon
Loss ba ida idak nia splice ou total loss husi ponto ba ponto husi ligasaun ida.
  • Atenuasaun
Atenuasaun husi fio nia laran ba ligasaun ida.
  • Refleksaun
Refleksaun nia boot (return loss) hare husi nia eventus ida.
Fo hatudu informasaun ba parte lakon ligasaun, lakon konektor e e fatin nebe la hetan sinal e moos  loss entre parte pontu rua nebe bele determina lui husi monitor OTDR. OTDR bele hatudu mai ligasaun nebe sukat husi parte ponta nian.
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Desenho OTDR
Power Meter
Power meter dipakai untuk mengukur total loss dalam sebuah link optic baik saat instalasi (uji akhir) atau pemeliharaan. Penggunaan power meter harus berada pada kedua ujung kabel fiber optic.
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Desenho Power Meter
D. Splicing (Fusion Splicer)
Processo ba parte junta fio ka splicing lui husi etapas ka passu tuir mai nee :
a.  Stripping ka hasai kulit fio nian husi parte coating fio fibra otica parte oin ho stripper assesorios ba hasai fio nia kulit ka isin lolon.



b.  Hamos Fio nebe hasai kulit ona ho Liquido Wipe tissue fibra otica.



c.   Kua ka tesi halo los fio fibra otica nebe loke ona nia kulit no iha parte fio nian ho cleaver


d.  Monta fios sira nebe tesi tia  fibra otica ba iha V-groove maquina junta nian e halo los lui husi maquina junta nian.

e.   Solda ka hamanas fio fibra otica usa electricidade husi elektroda
f.    Halo Analisa no Teste
g.   Monta parte protesaun ba fio fo nebe solda hotu ona e junto hotu ona


Desenho Fusion Splicer

 Parte nebe mak utiliza ona solusaun FO iha Timor - Leste:
1. Governo, entre Ministerial e Institusaun Autonomous, ho distancia  mais de 8 KM. Dili.
2. Timor Telecom, ho distancia 6 km. Dili
3. Parlamento Nacional, Entre Edificios interna, ho distancia 955 metros. 8 Pontos.
4. VIETTEL, kuase 95% haleu Timor - Leste.

NB: Lui husi Artikle ida nee ita bele hatene ona basiku funsaun husi FO nian no implementasaun, bele hare moos video no fotografias nebe disponible husi instalasaun no monta FO iha Timor - Leste rasiik, nebe hatudu katak Timor oan moos professional atu halo servisu ida nee ho diak.

Saturday, December 15, 2012

Introdução à Segurança Informação:


Ponto de Vista e referencia da Introdução a Segurança Informação:

"Náo Podemos Grantir 100% Seguro, Mas é melhor tentar salvaguardar as nossas Informação"

Com o desenvolvimento da utilização de Internet hoje em dia, o mundo cada vez mais avancados com novas tecnologias e acesso informação sem fronteiras, Os Governantes, Sociedades, Sector Privados, institucões da Defesa e Segurança abrem o seu sistema de informação aos seus parceiros ou aos seus fornecedores, é por conseguinte essencial conhecer os recursos da empresa a proteger e dominar o controlo de acesso e os direitos dos utilizadores do sistema de informação. O mesmo aquando da abertura do acesso à empresa na Internet. Além disso, com o nomadismo, consistindo em permitir ao pessoal ligar-se ao sistema de informação a partir de qualquer lugar, o pessoal é levado a “transportar” uma parte do sistema de informação para fora da infra-estrutura protegida da empresa.

Introdução à segurança


O risco em termos de segurança carateriza-se geralmente pela equação seguinte : 
risque = (menace * vulnerabilite) / contre mesure


ameaça (em inglês “threat”) representa o tipo de acção susceptível de prejudicar em absoluto, enquanto a vulnerabilidade (em inglês “vulnerability”, chamada às vezes falha ou brecha) representa o nível de exposição à ameaça num contexto específico. Por último, a medida defensiva é o conjunto das acções implementadas para a prevenção da ameaça. 
As medidas defensivas a aplicar não são unicamente soluções técnicas, mas igualmente medidas de formação e sensibilização para os utilizadores, bem como um conjunto de regras claramente definidas. 
A fim de poder proteger um sistema, é necessário identificar as ameaças potenciais, e por conseguinte conhecer e prever a maneira de proceder do inimigo. O objectivo deste dossier é assim apresentar um resumo das motivações eventuais dos piratas, calassificar estes últimos, e por último dar uma ideia da sua maneira de proceder para compreender melhor como é possível limitar os riscos de intrusões.

Objectivos da segurança informática

O sistema de informação define-se geralmente como o conjunto dos dados e dos recursos materiais e software da empresa que permite armazená-los ou fazê-los circular. O sistema de informação representa um património essencial da empresa, que convém proteger. 
A segurança informática, geralmente, consiste em garantir que os recursos materiais ou software de uma organização são utilizados unicamente no âmbito previsto. 
A segurança informática visa geralmente cinco objectivos principais:
  • integridade, ou seja, garantir que os dados são efectivamente os que crê ser;
  • confidencialidade, consistindo em assegurar que só as pessoas autorizadas têm acesso aos recursos trocados;
  • disponibilidade, permitindo manter o bom funcionamento do sistema de informação;
  • Não repudiação, permitindo garantir que uma transacção não pode ser negada;
  • A autenticação, consistindo em assegurar que só as pessoas autorizadas têm acesso aos recursos.


A confidencialidade

confidencialidade consiste em tornar a informação initeligível para outras pessoas além dos actores da transação.

A integridade

Verificar a integridade dos dados consiste em determinar se os dados não foram alterados durante a comunicação (de maneira fortuita ou intencional).

A disponibilidade

O objectivo da disponibilidade é garantir o acesso a um serviço ou recursos.

A não-repudiação

A não répudiation da informação é a garantia de que nenhum dos correspondentes poderá negar a transacção.

A autenticação

A autenticação consiste em garantir a identidade de um utilizador, ou seja, garantir a cada um dos correspondentes que o seu parceiro é efectivamente aquele que crê ser. Um controlo de acesso pode permitir (por exemplo, por meio de uma senha que deverá ser codificada) o acesso a recursos unicamente às pessoas autorizadas.

Necessidade de uma abordagem global

A segurança de um sistema informático é frequentemente objecto de metáforas. Com efeito, compara-se regularmente a uma cadeia explicando que o nível de segurança de um sistema é caracterizado pelo nível de segurança do elo mais fraco. Assim, uma porta blindada é inútil numa construção se as janelas estiverem abertas para a rua. 
Isto significa que a segurança deve ser abordada num contexto global e nomeadamente ter em conta os aspectos seguintes :
  • A sensibilização dos utilizadores para os problemas de segurança
  • A segurança lógica, ou seja, a segurança a nível dos dados, nomeadamente os dados da empresa, as aplicações ou ainda os sistemas de exploração.
  • A segurança das telecomunicações: tecnologias rede, servidores da empresa, redes de acesso, etc.
  • A segurança física, ou seja a segurança a nível das infra-estruturas materiais: salas protegidas, lugares abertos ao público, espaços comuns da empresa, postos de trabalho do pessoal, etc.


Implementação de uma política de segurança

A segurança dos sistemas informáticos limita-se geralmente a garantir os direitos de acesso aos dados e recursos de um sistema implementando mecanismos de autenticação e de controlo que permitem garantir que os utilizadores dos ditos recursos possuem unicamente os direitos que lhes foram concedidos. 
Os mecanismos de segurança implementados podem no entanto provocar um embaraço a nível dos utilizadores e as instruções e regras tornam-se cada vez mais complicadas à medida que a rede se estender. Assim, a segurança informática deve ser estudada de maneira a não impedir os utilizadores de desenvolver os usos que lhes são necessários, e de fazer de modo a que possam utilizar o sistema de informação em total confiança. 
É a razão pela qual é necessário definir inicialmente uma política de segurança, cuja implementação se faz de acordo com as quatro etapas seguintes :
  • Identificar as necessidades em termos de segurança, os riscos informáticos que pesam sobre a empresa e as suas eventuais consequências;
  • Elaborar regras e procedimentos a implementar nos diferentes serviços da organização para os riscos identificados;
  • Supervisionar e detectar as vulnerabilidades do sistema de informação e manter-se informado das falhas sobre as aplicações e materiais utilizados;
  • Definir as acções a empreender e as pessoas a contactar em caso de detecção de uma ameaça;



A política de segurança é por conseguinte o conjunto das orientações seguidas por uma organização (em sentido lato) em termos de segurança. A esse respeito ela deve ser elaborada a nível da direcção da organização interessada, porque se refere a todos os utilizadores do sistema. 
A esse respeito, não cabe só aos administradores informáticos definir os direitos de acesso dos utilizadores mas aos responsáveis hierárquicos destes últimos. O papel do administrador informático é por conseguinte garantir que os recursos informáticos e os direitos de acesso a estes estão em coerência com a política de segurança definida pela organização. 
Além disso, já que é o único a conhecer perfeitamente o sistema, cabe-lhe fazer aumentar as informações relativas à segurança à sua direcção, eventualmente aconselhar as instâncias de decisão sobre as estratégias a aplicar, bem como ser o ponto de entrada relativo à comunicação destinada aos utilizadores sobre os problemas e recomendações em termos de segurança. 
A segurança informática da empresa assenta num bom conhecimento das regras pelos empregados, graças a acções de formação e de sensibilização junto dos utilizadores, mas deve ir além disso e nomeadamente cobrir os seguintes campos :
  • Um dispositivo de segurança físico e lógico, adaptado às necessidades da empresa e aos usos dos utilizadores;
  • Um procedimento de gestão das actualizações;
  • Uma estratégia de salvaguarda correctamente planificada;
  • Um plano de retoma após incidente;
  • Um sistema documentado actualizado;


As causas da insegurança

Distinguem-se geralmente dois tipos de insegurança:
  • o estado acivo de insegurança, ou seja,o não conhecimento pelo utilizador das funcionalidades do sistema, algumas das quais lhe podem ser prejudiciais (por exemplo, o facto de não desactivar serviços de redes não necessárias ao utilizador)
  • o estado passivo de insegurança, ou seja a ignorância dos meios de segurança implementados, por exemplo quando o administrador (ou o utilizador) de um sistema não conhece os dispositivos de segurança de que dispõe.

Saturday, September 1, 2012

Cibercultura:


 O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. Este termo se relaciona diretamente com à dinâmica Política, Antropo-social, Econômica e Filosófica dos indivíduos conectados em rede, bem como a tentativa de englobar os desdobramentos que este comportamento requisita.[1][2]
A Cibercultura não deve ser entendida como uma cultura pilotada pela tecnologia. Na verdade, o que há na era da cibercultura é o estabelecimento de uma relação íntima entre as novas formas sociais surgidas na década de 60 (a sociedade pós-moderna)e as novas tecnologias digitais. Ou seja, a Cibercultura é a cultura contemporânea fortemente marcada pelas tecnologias digitais. Ela é o que se vive hoje. Home banking, cartões inteligentes, voto eletrônico, pages, palms, imposto de renda via rede, inscrições via internet, etc. provam que a Cibercultura está presente na vida cotidiana de cada indivíduo.

Índice

História

A Cibercultura surgiu da relação entre a tecnologia e a modernidade, sendo que esta última se caracterizou pela dominação da natureza e do ser-humano. Na Cibercultura também há uma busca pela dominação, mas se trata de dominar no sentido de manipular para conhecer e transformar. O que se deseja transformar é o mundo: em dados binários para futura manipulação humana. Provas disso são: a interatividade (internet, celular) cada dia mais acessível para grande número de indivíduos, simulações diversas, genoma humano, engenharia genética, etc. Foi a partir da década de 60 que o desenvolvimento tecnológico tomou os rumos que o trouxe para a Cibercultura, devido ao surgimento de novas formas de sociabilidade. Dessa forma, foram criadas relações inusitadas entre as tecnologias de informação e comunicação e o homem. No que se refere à Comunicação o papel das tecnologias foi de liberar os indivíduos das limitações de espaço e tempo. Afinal, apenas com um clique se pode navegar e conhecer lugares, assuntos e etc. que não poderiam ser vistos ou conhecidos por inúmeras pessoas se não estivessem disponíveis via instrumentos da Cibercultura, como o computador, internet, celulares e etc. Dessa forma, pode-se dizer que a Cibercultura se caracteriza também, e fundamentalmente, pela apropriação social-midiática (micro-informática, internet e as atuais práticas sociais) da técnica. André Lemos, professor da Universidade Federal da Bahia e um dos principais teóricos do tema no Brasil, afirma que a cibercultura nasce nos anos 50, com a informática e a cibernética, tornando-se popular através dos microcomputadores na década de 70, consolidando-se completamente nos anos 80 através da informática de massa e nos 90 com o surgimento das tecnologias digitais e a popularização da Internet.

Comunicação mais flexível

A Cibercultura provém de um espaço de comunicação mais flexível que o produzido nas mídias convencionais TV, Rádio, Jornal. Nas mídias convencionais o sistema hierárquico de produção e distribuição da informação seguem um modelo pouco flexível baseado no modelo um-todos, no qual apenas um ou poucos indivíduos são os responsáveis por mandar informações para uma quantidade maior de pessoas. Já no ciberespaço a relação com o outro se desdobra no contexto do todos-todos, onde, a priori, todos podem emitir e receber informações de qualquer lugar do planeta, seja essa informação escrita, imagética, ou sonora. Isso, claro , faz com que a Cibercultura seja uma era singular na história da humanidade, afinal, esta nova dinâmica instaurada por ela é inédita. A cooperação torna-se um dos pontos chave da cibercultura, podendo ser visualizada através do compartilhamento de arquivos, músicas, fotos, filmes, softwares de relacionamento e comunidades virtuais. Na Cibercultura parece haver uma conexão generalizada. Uma das mais importantes características dessa generalização da conexão é liberação do pólo da emissão. Depois de séculos vendo os meios de expressão e comunicação sendo controlados por uns poucos, os indivíduos se entusiasmam com a possibilidade de eles mesmos poderem produzir e veicular informação: surgem, então, inúmeros chats, fóruns, e-mails, listas, blogs, páginas pessoais, etc. Esse fenômeno marcado pelo contexto todos-todos deve muito às transformações ocorridas no Computador que, ao ter seu tamanho reduzido, pôde se transformar em computador pessoal e ter seu uso ampliado à população. Mais recentemente, com a 'revolução' Wi-Fi a comunicação está ainda mais móvel e isso, claro, trará consequências tanto para as novas formas de relação social, quanto para o entretenimento, trabalho, lazer, educação, etc. A impressão que se tem na Cibercultura é que tudo está em rede e a rede está em todos os lugares; é cada vez mais móvel. As novas tecnologias digitais, sem dúvida, aumentam a mobilidade.
Trata-se não apenas de um fenômeno tecnológico, mas de um processo que envolve além de tecnologia, alterações nas dinâmicas sócio-comunicacionais. De acordo com André Lemos, a cibercultura resgata manifestações culturais baseadas em trocas e influências mútuas, o que no contexto informático ele irá chamar de cultura copyleft.

A Arte Eletrônica

A partir dos anos 80, alguns artistas contemporâneos começaram a se interessar e ampliar formas de artes já conhecidas e praticadas em menor número por artistas vanguardistas da década de 60/70, acrescentando a elas características só possíveis devido às novas possibilidades tecnológicas advindas das redes telemáticas, a citar: a ascii arte, a música eletrônica, o e-mail arte, a body arte, a webarte e várias outras formas artísticas surgidas com a micro-eletrônica. A principal característica da arte eletrônica é ser uma arte aberta e interativa, e criada com a utilização das novas tecnologias, como os computadores e as redes de comunicação (TV e satélites). Nessa arte não há uma delimitação entre autor e público. Na verdade, o público é convidado a interagir e a se tornar também artista. E vice-versa. A arte abusa da interatividade, das colagens de informações, das possibilidades hipertextuais, da não linearidade do discurso, dos processos fractais e complexos, etc. Essa arte reivindica a idéia de rede, de conexão. Pode-se falar, então, em uma arte da comunicação eletrônica. Não se deseja mais uma arte em que o público pare em frente dela para somente observar. O maior objetivo da arte cibernética não é a audição/exposição, mas a navegação, a interatividade e a simulação.

Cibercidades

As cidades já estão há muito marcadas pelas tecnologias digitais: celulares, tablets, televisão por cabo e satélite, internet de banda larga e wireless, intenet móvel de alta velocidade(3G e LTE), cartões inteligentes, etc. O que equivale a dizer que já se vive nas Cibercidades ou Cidades digitais, como preferem alguns autores.[3] O lugar físico não é mais tão importante quanto o foi há décadas atrás. Tem-se o tele-trabalho, o tele-estudo, a tele-medicina. O deslocamento físico muitas vezes não se faz mais necessário. O tempo é economizado e ainda assim é tido como insuficiente. Mas a possibilidade de conhecer lugares virtualmente em vez de satisfazer a curiosidade, aumenta a necessidade do indivíduo de conhecer fisicamente o ambiente visitado via internet. Dessa forma, o espaço de fluxos planetários de informações instaurados pela Cibercultura leva a uma problematização do espaço de lugar nas cidades atuais. Na tentativa de articular esses dois espaços, o físico e o virtual, foram criados diversos projetos, dando a essas cidades articuladas o nome genérico de cibercidades. Esses projetos pretendem aproveitar o enorme potencial da tecnologias de informação e comunicação para aumentar o interesse das pessoas pelos espaços concretos das cidades, reaquecer o espaço público, criar novos vínculos comunitários, tornar a participação políticas dessas pessoas mais dinâmica e, claro, ajudar os indivíduos a se familiarizarem com essas novas tecnologias.

Husi: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cibercultura

BLOG CONTEST 2012, TIMOR PLAZA:

 Prinsipiu Geral:

Hare ba akontesimento ikus-ikus ne’e kona ba kultura original Timor Leste nebe populasaun atu haluha ona, hanesan Estudantes ba Futuru Nasaun tenki hatene didiak no dezemvolve kultura Timor nebe sai identidade. Ita nia nasaun iha kultura nebe oin-oin no iha distrito ida-idak iha ninia kultura rasik nebe refere ba distrito ne’e duni la ses mos husi Dili nebe iha mos kultura rasik.

Kultura adat nebe iha ona nanis ona husi bei-ala sira hanesan riku soin ba povu Timor Leste. Iha parte ida nebe importante atu estudantes sira kumprende ho fuan no laran katak kultura ne’e laos buat ida nebe atu ita lembra deit maibe buat ida nebe ita tenki publika. Dezenvolvimento Teknologia Informasaun agora nebe avansadu teb-tebes halo ita bele tau informasaun no ema hotu iha mundu bele asesu maka liu husi BLOG.

Tamba la presiza orsamento atu halo blog, fasilidade ida ne’e mos hanesan meius positive atu dezemvolve kreatividade liu-liu atu hakerek no mos bele dezemvolve kreatividade iha relasaun ho dezeno nebe kapaas atu ema bele kontente hodi lee.

Ikus mai, atu akomoda funsaun hotu nebe temi iha leten, ICT-TL ho Timor Leste Open Source Community (TOSC) servisu hamutuk ho ICT Parlamento hakarak fasilita torneio kreatividade halo blog kona ba kultura Timor Leste nebe sei halao hamutuk ho Estudantes ou alunus iha Timor Leste tomak nebe iha potensia atu hakerek blog. Espera katak ho aktivade hanesan ne’e, prosesu aprendizagem ba gerasaun foun hodi lori sira ba aktividades nebe positive hodi ajuda no kria personalidade estudante ida-idak nebe kompetente tebes.
Atu dezemvolve no mantein nafatin kultura nebe komesa atu lakon husi dezemvolvimento moderno laos fasil, preciza honestidade neba aas husi povu ne’e rasik. Ho ida ne’e prezisa iha apresiasaun hodi dezemvolve iha mudansa globalizasaun nebe makaas teb-tebes iha mundo. Tamba ida ne’e torneio Blog nebe ami organiza atu sinkroniza Teknologia hodi ajuda dezemvolve kultura nebe iha. Objectivu ne’e atu dada estudantes hodi bele hatene diak liu tan kultura iha Timor Leste hanesan riku soin nasaun no ba ema hotu nian.
Objektivu 
Objektivu nebe atu hetan husi aktividade ne’e maka hanesan:
A. Objektivu Geral
Kria kreatividade ba estudantes sira atu sira bele dezemvolve kultura Timor Leste ba oin.

B. Objektivu Special
Depois estudantes sira hetan lisaun badak ne’e partisipantes iha esperansa atu:
  1. Halo estudantes ou alunus sira kuinece no hatene diak liu tan kultura iha Timor Leste nebe ho modelu oin-oin.
  2. Fo espiritu ba estudantes ou alunus sira atu dezemvolve sira nia kreatividades
  3. Halo estudantes ou alunus sira kreatividade liu iha halo web baseia ba blog.
  4. Fo kuinece kultura Timor Leste ba mundo tomak liu husi mundo virtual
Benefisiu
Benefisiu husi torneio blog mak hanesan tuir mai ne’e:
  1. Estimula partisipantes atu halo no organiza BLOG ho didiak no lolos.
  1. Bele sai hanesan estudu elektroniku (e-learning) husi alunus ou estudantes sira.
  1. Aumenta habilidade partisipantes iha area Informasaun no Teknologia.
  1. Hanesan media atu treinu kultura hakerek no kreatividades sira seluk.
  1. Fo referencia ba estudantes atu aprende diak liutan cultura timor leste nebe kor oin-oin.
  1. Kuinecemento varios kultura nebe uniku iha Timor Leste ba mundu liu husi internet.
  1. Ho aktividade ida ne’e atu suporta utiliza internet nebe seguru ho nia konteudu lokal liu husi mundu internet ho buat nebe positivu.
     

Tuesday, June 5, 2012

INTRODUSAUN VSAT:




Comunicação Via Satélite: Vsat



A estação terrena mais popular que existe é a VSAT, uma abreviatura para Very Small Aperture Terminal. Geralmente são estações com antenas variando de 80 cm a 2 metros e pouco de diâmetro.

Arquitetura

Uma rede VSAT é composta de um número de estações VSAT e uma estação principal (“hub station”).

A estação principal dispõe de antena maior e se comunica com todas as estações VSAT remotas, coordenando o tráfego entre elas. A estação “hub” também se presta como ponto de interconexão para outras redes de comunicação.

Topologias

Existem duas topologias de redes VSAT: a estrela e a malha (“mesh”). Na topologia em estrela as estações VSAT se comunicam exclusivamente com a estação “hub” e na topologia em malha há comunicação direta entre as VSATs.

Na topologia em estrela, para uma estação VSAT se comunicar com outra estação do mesmo tipo deve se comunicar com a estação “hub” e esta retransmitir o sinal para a outra estação VSAT, ocorrendo nesse caso o fenômeno denominado de duplo salto, pois o sinal vai e volta duas vezes do satélite.

Constituição física

Uma estação VSAT é composta de duas unidades físicas distintas, a Unidade Externa (ODU – “outdoor unit”) e a Unidade Interna (IDU – “indoor unit”). Na ODU fica a antena, alimentador e a parte de RF, o transmissor e o receptor propriamente dito.

Na IDU fica toda a parte de banda básica, constituída essencialmente do modem. A IDU se conecta à ODU por meio de cabos coaxiais onde a transmissão é feita a nível de frequência intermediária (FI), geralmente na faixa de 2 GHz. A distância máxima que a ODU pode ficar da IDU varia de 50 a 100 metros.

Alocação de canais

Para que uma estação VSAT se comunique é necessário que à mesma esteja associado um canal de RF. Essa associação pode ser permanente ou por demanda, variando dinamicamente. Quando a associação é permanente existe um canal fixo para cada VSAT e temos o método de alocação PAMA (“Permanent Assignment Multiple Acess”) ou acesso múltiplo com alocação permanente.

Quando a alocação é dinâmica existe um “pool” de canais administrados pela estação “hub” do qual são alocados os canais para cada VSAT na medida em que sejam solicitados e para o qual são liberados ao término do uso. Neste caso temos o método de alocação DAMA (“Demand Assignment Multiple Access”) ou acesso múltiplo com alocação por demanda.

Métodos de acesso

Seja a alocação de canais PAMA ou DAMA, existe uma variedade de métodos de acesso e partilhamento de canais. Os principais são mostrados a seguir:
  • TDMA (“Time Division Multiple Acess”) ou acesso múltiplo por divisão de tempo, no qual a cada canal está associado um intervalo de tempo que se repete periodicamente;
  • FDMA (“Frequency Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de frequência, no qual a cada canal está associada uma frequência;
  • FTDMA (“Frequency Time Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de frequência e tempo, que é uma combinação dos dois anteriores, onde cada canal está associado um par ordenado de frequência e intervalo de tempo;
  • CDMA (“Code Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de código, que utiliza a técnica de espalhamento espectral (“spread spectrum”) onde a cada canal está associado um código, que é a chave de decodificação daquele canal.