Saturday, September 1, 2012

Cibercultura:


 O próprio termo Cibercultura tem vários sentidos. Mas se pode entender por Cibercultura a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Estas comunidades estão ampliando e popularizando a utilização da Internet e outras tecnologias de comunicação, possibilitando assim maior aproximação entre as pessoas de todo o mundo. Este termo se relaciona diretamente com à dinâmica Política, Antropo-social, Econômica e Filosófica dos indivíduos conectados em rede, bem como a tentativa de englobar os desdobramentos que este comportamento requisita.[1][2]
A Cibercultura não deve ser entendida como uma cultura pilotada pela tecnologia. Na verdade, o que há na era da cibercultura é o estabelecimento de uma relação íntima entre as novas formas sociais surgidas na década de 60 (a sociedade pós-moderna)e as novas tecnologias digitais. Ou seja, a Cibercultura é a cultura contemporânea fortemente marcada pelas tecnologias digitais. Ela é o que se vive hoje. Home banking, cartões inteligentes, voto eletrônico, pages, palms, imposto de renda via rede, inscrições via internet, etc. provam que a Cibercultura está presente na vida cotidiana de cada indivíduo.

Índice

História

A Cibercultura surgiu da relação entre a tecnologia e a modernidade, sendo que esta última se caracterizou pela dominação da natureza e do ser-humano. Na Cibercultura também há uma busca pela dominação, mas se trata de dominar no sentido de manipular para conhecer e transformar. O que se deseja transformar é o mundo: em dados binários para futura manipulação humana. Provas disso são: a interatividade (internet, celular) cada dia mais acessível para grande número de indivíduos, simulações diversas, genoma humano, engenharia genética, etc. Foi a partir da década de 60 que o desenvolvimento tecnológico tomou os rumos que o trouxe para a Cibercultura, devido ao surgimento de novas formas de sociabilidade. Dessa forma, foram criadas relações inusitadas entre as tecnologias de informação e comunicação e o homem. No que se refere à Comunicação o papel das tecnologias foi de liberar os indivíduos das limitações de espaço e tempo. Afinal, apenas com um clique se pode navegar e conhecer lugares, assuntos e etc. que não poderiam ser vistos ou conhecidos por inúmeras pessoas se não estivessem disponíveis via instrumentos da Cibercultura, como o computador, internet, celulares e etc. Dessa forma, pode-se dizer que a Cibercultura se caracteriza também, e fundamentalmente, pela apropriação social-midiática (micro-informática, internet e as atuais práticas sociais) da técnica. André Lemos, professor da Universidade Federal da Bahia e um dos principais teóricos do tema no Brasil, afirma que a cibercultura nasce nos anos 50, com a informática e a cibernética, tornando-se popular através dos microcomputadores na década de 70, consolidando-se completamente nos anos 80 através da informática de massa e nos 90 com o surgimento das tecnologias digitais e a popularização da Internet.

Comunicação mais flexível

A Cibercultura provém de um espaço de comunicação mais flexível que o produzido nas mídias convencionais TV, Rádio, Jornal. Nas mídias convencionais o sistema hierárquico de produção e distribuição da informação seguem um modelo pouco flexível baseado no modelo um-todos, no qual apenas um ou poucos indivíduos são os responsáveis por mandar informações para uma quantidade maior de pessoas. Já no ciberespaço a relação com o outro se desdobra no contexto do todos-todos, onde, a priori, todos podem emitir e receber informações de qualquer lugar do planeta, seja essa informação escrita, imagética, ou sonora. Isso, claro , faz com que a Cibercultura seja uma era singular na história da humanidade, afinal, esta nova dinâmica instaurada por ela é inédita. A cooperação torna-se um dos pontos chave da cibercultura, podendo ser visualizada através do compartilhamento de arquivos, músicas, fotos, filmes, softwares de relacionamento e comunidades virtuais. Na Cibercultura parece haver uma conexão generalizada. Uma das mais importantes características dessa generalização da conexão é liberação do pólo da emissão. Depois de séculos vendo os meios de expressão e comunicação sendo controlados por uns poucos, os indivíduos se entusiasmam com a possibilidade de eles mesmos poderem produzir e veicular informação: surgem, então, inúmeros chats, fóruns, e-mails, listas, blogs, páginas pessoais, etc. Esse fenômeno marcado pelo contexto todos-todos deve muito às transformações ocorridas no Computador que, ao ter seu tamanho reduzido, pôde se transformar em computador pessoal e ter seu uso ampliado à população. Mais recentemente, com a 'revolução' Wi-Fi a comunicação está ainda mais móvel e isso, claro, trará consequências tanto para as novas formas de relação social, quanto para o entretenimento, trabalho, lazer, educação, etc. A impressão que se tem na Cibercultura é que tudo está em rede e a rede está em todos os lugares; é cada vez mais móvel. As novas tecnologias digitais, sem dúvida, aumentam a mobilidade.
Trata-se não apenas de um fenômeno tecnológico, mas de um processo que envolve além de tecnologia, alterações nas dinâmicas sócio-comunicacionais. De acordo com André Lemos, a cibercultura resgata manifestações culturais baseadas em trocas e influências mútuas, o que no contexto informático ele irá chamar de cultura copyleft.

A Arte Eletrônica

A partir dos anos 80, alguns artistas contemporâneos começaram a se interessar e ampliar formas de artes já conhecidas e praticadas em menor número por artistas vanguardistas da década de 60/70, acrescentando a elas características só possíveis devido às novas possibilidades tecnológicas advindas das redes telemáticas, a citar: a ascii arte, a música eletrônica, o e-mail arte, a body arte, a webarte e várias outras formas artísticas surgidas com a micro-eletrônica. A principal característica da arte eletrônica é ser uma arte aberta e interativa, e criada com a utilização das novas tecnologias, como os computadores e as redes de comunicação (TV e satélites). Nessa arte não há uma delimitação entre autor e público. Na verdade, o público é convidado a interagir e a se tornar também artista. E vice-versa. A arte abusa da interatividade, das colagens de informações, das possibilidades hipertextuais, da não linearidade do discurso, dos processos fractais e complexos, etc. Essa arte reivindica a idéia de rede, de conexão. Pode-se falar, então, em uma arte da comunicação eletrônica. Não se deseja mais uma arte em que o público pare em frente dela para somente observar. O maior objetivo da arte cibernética não é a audição/exposição, mas a navegação, a interatividade e a simulação.

Cibercidades

As cidades já estão há muito marcadas pelas tecnologias digitais: celulares, tablets, televisão por cabo e satélite, internet de banda larga e wireless, intenet móvel de alta velocidade(3G e LTE), cartões inteligentes, etc. O que equivale a dizer que já se vive nas Cibercidades ou Cidades digitais, como preferem alguns autores.[3] O lugar físico não é mais tão importante quanto o foi há décadas atrás. Tem-se o tele-trabalho, o tele-estudo, a tele-medicina. O deslocamento físico muitas vezes não se faz mais necessário. O tempo é economizado e ainda assim é tido como insuficiente. Mas a possibilidade de conhecer lugares virtualmente em vez de satisfazer a curiosidade, aumenta a necessidade do indivíduo de conhecer fisicamente o ambiente visitado via internet. Dessa forma, o espaço de fluxos planetários de informações instaurados pela Cibercultura leva a uma problematização do espaço de lugar nas cidades atuais. Na tentativa de articular esses dois espaços, o físico e o virtual, foram criados diversos projetos, dando a essas cidades articuladas o nome genérico de cibercidades. Esses projetos pretendem aproveitar o enorme potencial da tecnologias de informação e comunicação para aumentar o interesse das pessoas pelos espaços concretos das cidades, reaquecer o espaço público, criar novos vínculos comunitários, tornar a participação políticas dessas pessoas mais dinâmica e, claro, ajudar os indivíduos a se familiarizarem com essas novas tecnologias.

Husi: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cibercultura

BLOG CONTEST 2012, TIMOR PLAZA:

 Prinsipiu Geral:

Hare ba akontesimento ikus-ikus ne’e kona ba kultura original Timor Leste nebe populasaun atu haluha ona, hanesan Estudantes ba Futuru Nasaun tenki hatene didiak no dezemvolve kultura Timor nebe sai identidade. Ita nia nasaun iha kultura nebe oin-oin no iha distrito ida-idak iha ninia kultura rasik nebe refere ba distrito ne’e duni la ses mos husi Dili nebe iha mos kultura rasik.

Kultura adat nebe iha ona nanis ona husi bei-ala sira hanesan riku soin ba povu Timor Leste. Iha parte ida nebe importante atu estudantes sira kumprende ho fuan no laran katak kultura ne’e laos buat ida nebe atu ita lembra deit maibe buat ida nebe ita tenki publika. Dezenvolvimento Teknologia Informasaun agora nebe avansadu teb-tebes halo ita bele tau informasaun no ema hotu iha mundu bele asesu maka liu husi BLOG.

Tamba la presiza orsamento atu halo blog, fasilidade ida ne’e mos hanesan meius positive atu dezemvolve kreatividade liu-liu atu hakerek no mos bele dezemvolve kreatividade iha relasaun ho dezeno nebe kapaas atu ema bele kontente hodi lee.

Ikus mai, atu akomoda funsaun hotu nebe temi iha leten, ICT-TL ho Timor Leste Open Source Community (TOSC) servisu hamutuk ho ICT Parlamento hakarak fasilita torneio kreatividade halo blog kona ba kultura Timor Leste nebe sei halao hamutuk ho Estudantes ou alunus iha Timor Leste tomak nebe iha potensia atu hakerek blog. Espera katak ho aktivade hanesan ne’e, prosesu aprendizagem ba gerasaun foun hodi lori sira ba aktividades nebe positive hodi ajuda no kria personalidade estudante ida-idak nebe kompetente tebes.
Atu dezemvolve no mantein nafatin kultura nebe komesa atu lakon husi dezemvolvimento moderno laos fasil, preciza honestidade neba aas husi povu ne’e rasik. Ho ida ne’e prezisa iha apresiasaun hodi dezemvolve iha mudansa globalizasaun nebe makaas teb-tebes iha mundo. Tamba ida ne’e torneio Blog nebe ami organiza atu sinkroniza Teknologia hodi ajuda dezemvolve kultura nebe iha. Objectivu ne’e atu dada estudantes hodi bele hatene diak liu tan kultura iha Timor Leste hanesan riku soin nasaun no ba ema hotu nian.
Objektivu 
Objektivu nebe atu hetan husi aktividade ne’e maka hanesan:
A. Objektivu Geral
Kria kreatividade ba estudantes sira atu sira bele dezemvolve kultura Timor Leste ba oin.

B. Objektivu Special
Depois estudantes sira hetan lisaun badak ne’e partisipantes iha esperansa atu:
  1. Halo estudantes ou alunus sira kuinece no hatene diak liu tan kultura iha Timor Leste nebe ho modelu oin-oin.
  2. Fo espiritu ba estudantes ou alunus sira atu dezemvolve sira nia kreatividades
  3. Halo estudantes ou alunus sira kreatividade liu iha halo web baseia ba blog.
  4. Fo kuinece kultura Timor Leste ba mundo tomak liu husi mundo virtual
Benefisiu
Benefisiu husi torneio blog mak hanesan tuir mai ne’e:
  1. Estimula partisipantes atu halo no organiza BLOG ho didiak no lolos.
  1. Bele sai hanesan estudu elektroniku (e-learning) husi alunus ou estudantes sira.
  1. Aumenta habilidade partisipantes iha area Informasaun no Teknologia.
  1. Hanesan media atu treinu kultura hakerek no kreatividades sira seluk.
  1. Fo referencia ba estudantes atu aprende diak liutan cultura timor leste nebe kor oin-oin.
  1. Kuinecemento varios kultura nebe uniku iha Timor Leste ba mundu liu husi internet.
  1. Ho aktividade ida ne’e atu suporta utiliza internet nebe seguru ho nia konteudu lokal liu husi mundu internet ho buat nebe positivu.
     

Tuesday, June 5, 2012

INTRODUSAUN VSAT:




Comunicação Via Satélite: Vsat



A estação terrena mais popular que existe é a VSAT, uma abreviatura para Very Small Aperture Terminal. Geralmente são estações com antenas variando de 80 cm a 2 metros e pouco de diâmetro.

Arquitetura

Uma rede VSAT é composta de um número de estações VSAT e uma estação principal (“hub station”).

A estação principal dispõe de antena maior e se comunica com todas as estações VSAT remotas, coordenando o tráfego entre elas. A estação “hub” também se presta como ponto de interconexão para outras redes de comunicação.

Topologias

Existem duas topologias de redes VSAT: a estrela e a malha (“mesh”). Na topologia em estrela as estações VSAT se comunicam exclusivamente com a estação “hub” e na topologia em malha há comunicação direta entre as VSATs.

Na topologia em estrela, para uma estação VSAT se comunicar com outra estação do mesmo tipo deve se comunicar com a estação “hub” e esta retransmitir o sinal para a outra estação VSAT, ocorrendo nesse caso o fenômeno denominado de duplo salto, pois o sinal vai e volta duas vezes do satélite.

Constituição física

Uma estação VSAT é composta de duas unidades físicas distintas, a Unidade Externa (ODU – “outdoor unit”) e a Unidade Interna (IDU – “indoor unit”). Na ODU fica a antena, alimentador e a parte de RF, o transmissor e o receptor propriamente dito.

Na IDU fica toda a parte de banda básica, constituída essencialmente do modem. A IDU se conecta à ODU por meio de cabos coaxiais onde a transmissão é feita a nível de frequência intermediária (FI), geralmente na faixa de 2 GHz. A distância máxima que a ODU pode ficar da IDU varia de 50 a 100 metros.

Alocação de canais

Para que uma estação VSAT se comunique é necessário que à mesma esteja associado um canal de RF. Essa associação pode ser permanente ou por demanda, variando dinamicamente. Quando a associação é permanente existe um canal fixo para cada VSAT e temos o método de alocação PAMA (“Permanent Assignment Multiple Acess”) ou acesso múltiplo com alocação permanente.

Quando a alocação é dinâmica existe um “pool” de canais administrados pela estação “hub” do qual são alocados os canais para cada VSAT na medida em que sejam solicitados e para o qual são liberados ao término do uso. Neste caso temos o método de alocação DAMA (“Demand Assignment Multiple Access”) ou acesso múltiplo com alocação por demanda.

Métodos de acesso

Seja a alocação de canais PAMA ou DAMA, existe uma variedade de métodos de acesso e partilhamento de canais. Os principais são mostrados a seguir:
  • TDMA (“Time Division Multiple Acess”) ou acesso múltiplo por divisão de tempo, no qual a cada canal está associado um intervalo de tempo que se repete periodicamente;
  • FDMA (“Frequency Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de frequência, no qual a cada canal está associada uma frequência;
  • FTDMA (“Frequency Time Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de frequência e tempo, que é uma combinação dos dois anteriores, onde cada canal está associado um par ordenado de frequência e intervalo de tempo;
  • CDMA (“Code Division Multiple Access”) ou acesso múltiplo por divisão de código, que utiliza a técnica de espalhamento espectral (“spread spectrum”) onde a cada canal está associado um código, que é a chave de decodificação daquele canal.

ATTENDANCES REGISTRATION & ACCESS CONTROL:




ATTENDANCE REGISTRATION AND ACCESS CONTROL
The situation:
Registration of conference participants and addition of security by means of access control.

• Register delegates by means of a chip card and/or PIN code
• Use of biometrical readers such as fingerprint readers
• Retrieval of present and/or absent list
• Access control for each delegate

  Equipment list

1. Delegate unit
2. Chairman unit
3. Flush mount panel
4. Hand microphone
5. Central control equipment
7. Large screen
13. Personal computer with DCN Control Software
15. ID cards
16. Fingerprint reader
18. Loudspeakers
DCN software modules allow electronic identification and access control to be registered:
• At the microphone unit
• At the entrance or exit unit
• For free seating
• For only one seat

Conference participants can register their presence by:
• A push button on delegate units, which allows simple registration
• By inserting an ID card into a card reader that is integrated into the microphone unit, or located at the conference venue entrance.
• By means of personal identification number, which can be combined with the ID card as well It is also possible to specify that delegates may only make use of certain microphone or control functions.

Fingerprint readers for verification
The DCN Concentus unit can be extended with a fingerprint reader to recognize persons. Fingerprint reading is a biometrical verification technique and is efficient in high security meetings.

VIDEO DISPLAY:



VIDEO DISPLAY
The situation:
Show conference data on screens by means of video display.

• Show conference data to your audience via projectors or large screen
• Show information on screens for delegates or chairman
• Flexible configuration of the screen by adjusting colors,fonts, texts, lines and images
• The logo or emblem of your business or a city council can be easily added as an image

Equipment list

1. Delegate unit
2. Chairman unit
3. Flush mount panel
5. Central control equipment
7. Large screen
13. Personal computer with DCN Control Software
17. Individual screen
18. Loudspeakers
Show conference data on screens by means of video display.

The following information can be shown:
• The names of delegates who are currently speaking, with the remaining speech time
• The listed delegates who are waiting to speak
• Voting scripts and results (listed per delegate, listed in a synoptic lay out, total results in a chart or listed)
• The agenda of the day and messages
• Absent or present delegates

The video display information can be shown to each participant on the podium with a personal color liquid crystal screen. The same information can be shown to the audience by means of large-scale screens or projectors.