Tuesday, December 16, 2014

ICT para o Desenvolvimento

Abilio Bernardo Caldas, Cs, MMSI

Titulo: ICT Para o Desenvolvimento

Data Publicação: 9/8/2018

Chafe de Palavra: e-government: Futuro e-government.


ICT Para o Desenvolvimento
Até Quando Governo torna –se realístico na implementação do Plano Nacional das TIC em Timor – Leste? Conforme o plano foi apresentado no decreto-lei do Governo.

Plano Desenvolvimento Nacional de Timor - Leste, Inclui o plano estratégico das Tecnologias.

- O Governo deve concentrar-se em policy making e no uso exemplar de TICs, e
- Ao setor privado cabe mobilizar os recursos necessários e liderar a implementação de infra-estrutura e serviços, segundo uma ótica de mercado.

-  Hoje, já é possível contar com a tecnologia para oferecer funções com maior qualidade e eficiência. O eGovernment (eGOV), também chamado de administração em linha, eGoverno ou governo eletrônico, é o nome do conceito referente ao uso das tecnologias de informação no setor público. É o processo de informatização de relações e serviços dos governos. http://www.transparency.gov.tl/, http://timor-leste.gov.tl/


Mais recentemente, reconheceu-se o papel crucial do Terceiro Setor na articulação e implementação de ações que efetivamente envolvessem a sociedade civil, e especialmente, as comunidades mais carentes.
Não obstante, creio que é necessário reconhecer que, em parte significativa do planeta, a esperada revolução digital não ocorre. 

Mas eu gostaria de levantar a possibilidade de que, em muitos casos, a causa central é desconfiança com relação a pelo menos dois aspectos:

O discurso predominante acerca do que ele (governo) precisa fazer (ex: “privatizar, liberalizar, etc.”), que não poderia soar mais dogmático e intervencionista, mesmo se correto em termos gerais.
O potencial conflito com tradições políticas, religiosas e/ou culturais locais ao país que a introdução aleatória de serviços como Internet (concebidos e disponibilizados segundo o modelo essencialmente “laissez faire” do Ocidente) pode provocar.

Creio que:
(i). O país terá de ser estimulado a buscar e implementar seu próprio modelo de difusão de serviços Internet, alguns mais abertos, outros mais fechados; e
(ii). O “marketing” de iniciativas internacionais de Inclusão Digital terá de ser bastante mais refinado para elicitar melhor compreensão e menos apreensão da parte de governo em desenvolvimento.

 
3. ICT para desenvolvimento é... ?

Creio que todos concordamos acerca da necessidade de se compreender melhor a relação entre “ICT” e “Desenvolvimento”. É, afinal, o que nos trouxe aqui.
“ICT é mais do que Internet”

Sem dúvida, ICT não é só Internet. Aliás, do ponto de vista da população em geral, o serviço mais demandado hoje (e no futuro previsível) é prioritariamente comunicação de voz. Sob outra ótica, é a televisão. Contudo, do ponto de vista de implementação de serviços, o denominador comum que mais e mais influenciam as ações é a adoção de tecnologia Internet (refletida em conceitos e técnicas como “packet switching”, “voice over IP”, “IP over fiber”, etc.), que permite vislumbrar para o futuro (e planear concretamente) uma única infra-estrutura física e lógica que servirá para tudo: voz, rádio, televisão e, até... Acesso à Internet. O que eu quero sublinhar aqui, portanto, é que essa frase tem dois significados. Do ponto de vista de serviços a disponibilizar, ela quer dizer que há mais do que Internet: telefonia, vídeo-conferência, televisão, etc. Do ponto de vista estratégico, ela quer dizer que tudo acabará ficando sobre [tecnologia] Internet, o que implica em que a Internet tende a ser efetivamente o ingrediente central de “ICT para o Desenvolvimento”.

 “O acesso amplo à Internet é requisito básico para o Desenvolvimento”
Esta frase se refere em geral ao acesso à rede Internet mundial, um serviço disponibilizado de forma horizontal, descentralizada e mais ou menos sem controlo apriorístico, a valer o estereótipo vigente no Ocidente. Contudo, essa Internet encontra compreensível resistência em países com tradições políticas, religiosas e culturais de outra natureza. Por outro lado, creio que não há país em que se deixe de reconhecer que tecnologias Internet e delas derivadas (ex: TCP/IP, HTTP, etc.) são os ingredientes essenciais para a implantação de grandes sistemas nacionais, distribuídos, amplamente capilarizados mas integrados, de suporte a áreas como Educação, Saúde, Finanças, etc., que constituem a base para o desenvolvimento. É evidente que, para plena difusão e utilidade de tais sistemas, é ideal a existência de serviços Internet de amplo acesso por parte dos cidadãos, conforme temos no Ocidente. Mas é forçoso reconhecer que tais grandes sistemas podem ter modelos próprios e mais fechados de capilarização dependendo de cada país. Então, eu quero ressaltar aqui é que o ponto de consenso está na tecnologia Internet e não em serviços Internet. 

 (i). A pedra de toque para “ICT e Desenvolvimento”, hoje (e no futuro previsível) está na utilização intensiva de tecnologias Internet (e não tanto na difusão de serviços “open shop” Internet segundo o modelo ocidental que nos é familiar).
(ii). A Internet deve ser vista primariamente como meio para a implantação de outras facilidades, tais como telefonia de voz, serviços de informação, sistemas de apoio a governo, etc.


4. Alfabetização digital não é binária
Talvez o maior desafio na introdução massiva de ICT em países em desenvolvimento seja o da capacitação de recursos humanos, incluindo aqui desde o operador de facilidades de infra-estrutura (computadores, routers, switches, etc.) até o usuário dos serviços disponibilizados. Para o caso do usuário, o termo alfabetização digital tem sido cunhado para definir a “habilidade básica individual para utilizar computadores e navegar na Internet”.

O problema nessa definição é que ela é demasiado reducionista. Ela não leva em conta a possibilidade ou capacidade de um indivíduo se beneficiar de ICT sem que ele opere direta e pessoalmente o acesso aos serviços desejados. Que é o que ocorre quando a pessoa recorre a um “operador” para intermediar o acesso aos serviços.

A lição aqui é de que, antes e talvez em vez de ensinar cidadãos a usar computadores diretamente, é mais importante tê-lo buscando serviços baseados em ICT através da intermediação de terceiros.
Para resumir:

(i). “Alfabetização Digital” é um exemplo de conceito que precisa ser melhor definido ou redefinido, levando em consideração a ótica plano de desenvolvimento. Interpretações mais nuançadas e adequadas propiciarão pontos de partida mais interessantes para a concepção de ações estratégicas de capacitação para o país em que o desafio da inclusão digital é maior.
(ii). Da mesma forma, indicadores para a Inclusão Digital baseados em critérios como contagem de nomes de domínio são uma boa aproximação inicial, mas estão longe de refletir a realidade de um país em que, por exemplo, haja uso maciço de centros coletivos de acesso à rede, compartilhamento de E-Mails por inúmeras pessoas, etc.
Para resumir o ponto que eu gostaria de frisar aqui: é necessário criar um framework de conceitos e medidas de Inclusão Digital no mundo que seja mais permeável a situações locais, e cuja aplicação sistemática não somente permita avaliar um quadro mais rico do progresso do país, como também sinalize as possibilidades e pontos cardeais que o país deve considerar em suas estratégias nacionais.

5. Educação e Saúde para todos
Educação e Saúde são efetivamente duas áreas que qualquer discussão ou ação em ICT para Desenvolvimento precisa priorizar.

- promover aprendizado contínuo e de qualidade, e
Não há dúvida de que esse tipo de uso de ICT é extremamente interessante, no mínimo pelo seu “efeito-demonstração”. Do ponto de vista de implementação, essas aplicações são tremendamente convenientes devido a serem concebíveis e operáveis na forma de portais. Portais têm a propriedade interessante de centralizar informações e serviços e, ao mesmo tempo, descentralizar o acesso (e converter os mecanismos de acesso em um problema complementar, mas distinto). Podem ser rapidamente prototipados e postos em operação, com resultados quase imediatos e muito visíveis. Portais podem ser interligados em hierarquias e distribuídos fisicamente em distintos locais, para atender a necessidades de localização geográfica, institucional, etc. Não surpreende, portanto, que iniciativas internacionais correntes em diversas áreas e temas (saúde, diversidade biológica, apoio a desenvolvimento), tais como a Health Internetwork (WHO), a GBIF (OECD, UNEP, etc.), a Global Development Network (World Bank), etc., sejam estruturadas na forma de portais nacional subordinados a um portal global de alcance mundial.





Gostaria, contudo, de sugerir que a utilidade desse modelo em suporte a áreas como educação e saúde em um país, embora evidente, tem uma limitação séria: é o fato de que a execução concreta de atividades-fim em ensino e atendimento em saúde é altamente difusa, capilarizada e localizada, e é estreitamente relacionada a procedimentos organizacionais administrativos intra e entre instituições que compõem o setor no país; e a eficiência da atividade-fim acaba por ser determinada quase decisivamente por esses procedimentos, embora estes sejam “meramente” atividades-meio (ex: autorização de internação de pacientes, registro de tratamento efetuado, etc.). Isto significa que o grande salto de qualidade e quantidade de oferta implicitada em educação/saúde para todos passa necessariamente pela implementação de grandes sistemas nacionais baseados em ICT.

O ponto então que gostaria de sublinhar, é que o efeito simbólico de portais e de iniciativas similares é certamente imenso, mas o problema maior de uso de ICT esta’ na concepção e implementação de grandes sistemas de cobertura nacional, que tem um papel estruturador de todas as ações em cada área de aplicação.

6. Qual comércio eletrônico?
A função de comércio eletrônico é sem dúvida aquela que viabilizará economicamente a desejada sustentação e o crescimento auto-propelido do uso de ICT . Impulsionar o comércio eletrônico, seja B-2-B ou B-2-C, é portanto uma prioridade estratégica de planeamento. Mas qual comércio eletrônico? Três “pedaços” de respostas talvez sejam as seguintes, sob a ótica de um país em desenvolvimento:

(i). A geografia conta
Há sem dúvida um grande apelo na idéia de que, hoje em dia com sistema bancaria assegura online, eu possa comprar bens e serviços de um fornecedor em Nova York via Internet. Mas me parece que esse apelo de marketing transcende em muito as condicionantes da realidade do dia-a-dia, mesmo em um país em desenvolvimento: boa parte do que eu realmente preciso está disponível localmente, ou, de outra forma, me é trazida por um fornecedor habitual que anota minhas encomendas. Logo, se depender de mim, eu preferirei que as empresas e fornecedores locais que hoje me atendem migrem para a Internet (e, assim, baixem seus próprios custos de operação, aumentem seu leque de ofertas, etc.) e me atendam via meios eletrônicos. Essa lógica B-2-C acima exposta provavelmente se aplica também às empresas e a transações B-2-B no nível da vizinhança, da cidade ou do país, sendo rompida somente quando um ganho apreciável puder ser obtido negociando com alguém “mais de longe”. Parece-me portanto que, mesmo em Comércio Eletrônico, a geografia conta, e muito.

(ii). A “velha economia” é a que mais interessa
Creio que a fase de “boom” da chamada “nova economia” (em que empresas surgiam do nada e principiavam a desafiar continuamente - e com êxito! - a lei da Gravidade econômica) pouco impactou os países em desenvolvimento de uma maneira geral. Nesses países, o que me parece que sempre foi e continua a ser prioritário é a emergência da empresa “click-and-mortar”, i.é, a empresa da velha economia que, mediante o uso de ICT, logra renovar sua forma de operação. A ser correta essa impressão, creio que, mais do que criar novas empresas segundo o corte da nova economia, o esforço maior de países em desenvolvimento deve ser colocado em fazer transitar empresas da velha economia para a nova economia. Ela é que aumentará a competitividade do país como um todo, e é ela que permitirá que o comércio eletrônico se constitua em função agregadora no nível local.

(iii). Small is Beautiful
Finalmente, que classe de empresas devem ser concretamente apoiadas para evoluírem para um modelo fortemente baseado no uso de ICT? No Timor - Leste, andamos examinando a possibilidade de que a resposta seja: micro-empresas e estabelecimentos na ponta mais baixa de cadeias de valor, tais como bancas de jornais, casas lotéricas, lojas de conveniência, etc. Primeiro, porque são os estabelecimentos no limite inferior de comércio B-2-B dentro das respectivas cadeias de valor, e que portanto poderão ser agentes de modernização B-2-B dessas cadeias na direção “bottom up”. Mas, especialmente, porque esses são os estabelecimentos que no mundo concreto prestam serviços ao cidadão comum, inclusive e principalmente ao cidadão de classe social menos favorecida. Levar esse cidadão para o mundo virtual através de alguma política de inclusão digital maciça requer que se levem também os estabelecimentos que ele freqüenta no mundo real.
Para concluir este ponto: para Comércio Eletrônico atuar como um agente subversivo e revolucionário, é melhor olhar para as estruturas existentes do que tentar criar outras, novas. Afinal só se subverte o que já existe. 

7. Para concluir
O que fazer para vencer a Divisão Digital, com o senso de urgência e finalidade que um objetivo expresso como “Diminuição da Pobreza” reforça?
Os vários Grupos-Tarefa em funcionamento e as inúmeras reuniões ocorridas se têm debruçado sobre o tema e produzido listas cada vez maiores de possíveis ações, a partir de exemplos concretos de sucesso e das inúmeras boas idéias que têm sido lançadas. A DOT Force do G-8, em particular, me parece estar começando a produzir a primeira compilação abrangente de possíveis ações a adotar, organizadas na “trilogia WWW”, i.é:
- What: areas of activity
- Who: stakeholders
- Where: categories of countries

Como contribuição a essa atividade de “action-oriented thinking” que estamos exercitando também, e em função das observações que fiz nesta introdução, gostaria de acrescentar a seguinte observação: um conjunto de ações que um país deva adotar em ICT para o desenvolvimento não é uma lista linear de itens. É, ao contrário, um conjunto de ações judiciosamente articuladas entre si e planeados no tempo, de forma a maximizar sua eficácia global. Uma taxonomia de ações para tal fim deve no mínimo distinguir claramente entre:

-Ações capacitadoras: incluem esforços de “awareness raising”, “policy making”, capacitação de recursos humanos, avaliação e prospecção tecnológica, marketing político, aplicações pioneiras e de demonstração, etc. Aqui, organismos internacionais e governos têm de trabalhar em estreita cooperação e pactuar atuação. São por outro lado as ações mais necessárias em um horizonte de curtíssimo prazo.

- Ações estruturadoras: são as grandes ações que implantarão as espinhas dorsais e as funções principais de uma nova estrutura física e orgânica (baseada em uso intensivo de ICT) em um país, de tal sorte que, em complemento, ações mais pontuais e localizadas envolvendo ICT terão condições de decolar mas, principalmente, de se sustentar e crescer espontaneamente. Incluem implementação de infra-estrutura de telecomunicações, backbong de Internet, grandes sistemas nacional para educação e saúde, banking e logística, etc. Aqui, governo n e o setor privado terão de trabalhar em papéis complementares mas em considerável harmonia, porque os investimentos necessários serão os maiores, a complexidade de planeamento e execução será grande, e os resultados concretos não se farão sentir senão após vários anos de trabalho continuado.

- Ações Locais: serão as ações que terão a ver com aplicações em áreas específicas, empreendedorismo, ação comunitária, treinamento continuado, difusão local de acesso a Internet, etc. Elas serão obviamente muito mais numerosas e espontâneas do que as dos tipos anteriores, serão muito heterogêneas (sendo a variedade um ponto a favor!), e terão muitos atores envolvidos. Os investimentos necessários serão pulverizados em miríades de projetos e portanto muito distribuídos. Os resultados serão visíveis a curto prazo. Aqui, o jogo estará mais nas mãos do setor privado e do terceiro setor, cabendo ao governo velar pela articulação dessas ações às ações estruturadoras que ele tenha planeado e pactuado.
Por último, para realmente finalizar, gostaria de acrescentar o seguinte pedido urgente: é indispensável que encontremos formas para que o país em desenvolvimento possa efectivamente.

Thursday, November 20, 2014

CPD (Centro Processamento de Dados)




Um centro de processamento de dados é uma entidade, um gabinete ou um departamento que se encarrega do processamento de dados e da informação de forma sistematizada. O processamento é levado a cabo com recurso a computadores, os quais estão devidamente equipados com o hardware e o software necessários para cumprir essa tarefa. Em geral, estes computadores encontram-se ligados entre si em rede e dispõem de uma conexão à Internet.

Outra definição de centro de processamento de dados diz respeito à unidade responsável pela concepção e pela implementação de sistemas no seio de uma empresa. Neste caso, trata-se de uma área cuja finalidade consiste em facilitar o trabalho das restantes dependências. A capacitação dos utilizadores, a manutenção dos equipamentos informáticos e o desenvolvimento de estudos de viabilidade são algumas das respectivas missões.
Há ocasiões especiais que merecem a instalação de um centro de processamento de dados: por exemplo, no caso das eleições. O centro de processamento de dados é o lugar a partir do qual é realizada a contagem dos votos e são emitidos, isto é, comunicados, os resultados.
Quando se realizam eleições, o centro de processamento de dados funciona como um grande sistema de informação que obedece às quatro principais actividades deste tipo de sistemas: a entrada de informação (os dados são inseridos no sistema), o armazenamento dos dados (geralmente, em servidores), o respectivo processamento (são contabilizados os votos e estimadas as percentagens, etc.) e a saída da informação (através de um ecrã ou de impressões).


Wednesday, August 20, 2014

BOYD Bring Your Own Device

BOYD Bring Your Own Device


As many IT departments struggle to keep up with yearly technology changes, company employees increasingly want to use their own devices to access corporate data.
It's part of a growing trend dubbed Bring Your Own Device (BYOD), which encompasses similar Bring Your Own Technology (BYOT), Bring Your Own Phone (BYOP) and Bring Your Own PC (BYOPC) initiatives. All of them have evolved to empower workforces through the so-called 'consumerisation of IT'.

As part of this consumerisation, BYOD encourages company employees to work on the device they choose - accessing corporate email on their iPhone 5 or using a Google Nexus 7 to view text documents. The goal for SMBs? Increased productivity and reduced costs.
But BYOD also has a darker side. If not fully understood and regulated, it can threaten IT security and put a company's sensitive business systems at risk.

Why BYOD matters

The driving force behind BYOD is a new IT self-sufficiency among company employees who already own and use personal laptops, tablets and smartphones.
These mobile devices are often newer and more advanced than the equipment deployed by many IT departments. It's hardly surprising that the rapid adoption of lightweight Ultrabooks, iPads and large-screened phones are changing the way that people want to work.



What is BYOD? A beginner's guide
iOS is still the preferred mobility platform in the enterprise
IT departments are playing catch up and could easily refuse to embrace the BYOD idea. Surely it's simpler to provide approved hardware and software applications so you can retain full control over them?


But Richard Absalom, an analyst at Ovum, believes that BYOD will happen whether a company plans for it or not. He says: "Trying to stand in the path of consumerised mobility is likely to be a damaging and futile exercise." The best thing that an SMB or enterprise can do is be aware of the benefits and understand the risks.

BYOD benefits and advantages

There are some key advantages to operating a BYOD strategy, including increased employee satisfaction (they can work more flexibly), cost savings (reduced hardware spend, software licensing and device maintenance) plus productivity gains (employees are happier, more comfortable and often work faster with their own technology).
As Mark Coates, EMEA VP at Good Technology, points out: "By enabling employees to securely and easily access corporate data on their own device, productivity levels will naturally increase. In terms of cost savings, there are huge benefits, since SMBs will not have to manage and fund a second device for employees."

Shaun Smith, technology practice director at Xceed Group, agrees. "At Xceed Group, allowing the use of consumer devices has helped improve both productivity and staff motivation," he says. But he also strikes a note of caution. "For a company to decide if a BYOD strategy would work for them they need to ensure due diligence is conducted - simply evaluating the benefits versus risks."

BYOD risks and disadvantages

While BYOD sounds attractive, businesses need to consider the full implications of allowing corporate data to be accessed on personal devices that they could have little or no control over. What data can employees have access to? What security measures are in place if an employee's device is lost, stolen or compromised?
This is where convenience clashes with security. "Security and the loss of devices with limited password protection is naturally a key concern," adds Smith. "Increased consumerisation in the workplace can bring with it an increased risk from threats such as hackers and viruses."



What is BYOD? A beginner's guide
Generally we're yet to see much take-up of Chromebooks
There might also be cost implications. Even though IT hardware spend can potentially be reduced with a BYOD approach, it may cost more for a company to integrate and support a diverse range of employee devices. As Coates points out: "Android devices can be complex to manage as there are just so many different flavours - a huge variety of devices and a number of different versions of the operating system."

Wednesday, February 6, 2013

Fibra Optica:


 



A. Introdusaun Fibra Otica:

A fibra ótica inventa husi ema fisiko husi indiano naran Narinder Singh Kapany. Husi diferentes metodos ba fabricasaun fibra otica nebe existe ona, nebe konhesidu lui mak MCVDVAD e OVD.


Fiber optic mak media transmisaun nebe halo husi vidru nia rahun e plastiku nebe usa sinal flash hodi halo transmisaun data. Rais Flash nebe usa mak laser tamba iha spectrum nebe mehis tebes, ba sira nebe estuda fisika e moos parte electro bele moos hatene.  Media transmisaun fibra otica nebe desenvolve lalais tebes hodi troka media hanesan copper (Riti) ho solusaun fibra otica iha lui vantagens no grante kualidade ba transmissaun data nebe seguro no lalais ho qualidade nebe diak lui iha parte seluk mak fasil lui  atu transmiti informasaun nebe ho kapacidades (Banda Larga) Nebe Lalais no Kapasidades Boot, Ho rasaun fundamento tamba halo husi vidro no plastiku hodi grante moos nia signal sei la halo intersepsaun ho onda elektromagnetiku e moos frekuensia radio.

Kompara ho media ka fio seluk hanesan cooper bele iha  interferensia ho onda elektromagnetiko e media wireless nebe halo interferensia ho frekuensia radio. FO lui husi padraun ISO grante ona nia kualidade nebe iha setores barak mak sucesso tebes usa meios ida nee hodi halo ligasaun husi rede nebe distancia besik no dook e ate entre, cidades, nasaun e kontinente lui husi fiber otica nebe sai fonte principal (backbone) ba moos redes telekomunikasaun.

Fiber otica fahe ba tipo rua,  single mode e multi mode. diferente husi single mode e multi mode mak tuir definisaun  single mode iha tamanho 6 - 12 core nebe kiik, rais signal laser, banda sem limiti, e ho distancia nebe mais ou menus (60 km ) multi mode iha tamanho 24 core nebe boot lui, rais signal laser ou Light Emitting Diodes (LED), Banda Limitada, ho distancia (300 – 500 m) . Estrutura basico fiber otica iha parte tolu mak core (principal), cladding (lolon ka kulit), e buffer (parte protesaun nian normalmente usa aluminium) ou coating (mantel). Core e cladding halo husi vidro nia rahun  e buffer ou coating halo husi plastiko atu iha fleksibel.
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Desenho Principal fiber otica
B. Componentes ou Assesories Fibra Otica
Iha Tipos no Marca oin oin deit kona ba componentes principal nebe kustumi usa ba instalasaun iha parte redes ba setor telecomunikasaun, redes nasaun nian no governo:

Monta Fiber Otica (Parte Importantes ba Assemblies FO):
Mak hanesan connector, pigtail, e patch cord.
Connector mak  parte oin  fibra otica, iha tipos no modelos nebe oin oin deit hanesan tuir mai nee.
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Desenho Connector Fibra Otica
Pigtail mak parte kiik husi fio nebe mak iha konektor ida iha nia oin, pigtail sei liga ho fio fibra otica nebe mak seidauk iha konektor.
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Desenho pigtail
Patch cord mak fio fibra otica nebe mak iha parte rua iha hotu konektor. Patch cord usa ba halo ligasaun ho device  ou konhesidu moos ho optic jumper.



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Desnho patch cord
Wall-Mount
Wall-mount mak terminiasaun fibra otica nebe monta ba parte diding lolong nian.
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Desenho Wall-Mount
Optical Termination Box (OTB)
Optical Termination Box (OTB) mak parte terminasaun fibra otica nebe monta iha rak ka box.

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Desenho OTB
Joint Closure
Joint Closure mak ponto ligasaun ka junta husi fio fibra otica.
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Desenho Joint Closure
High Distribution Cabinet
High Distribution Cabinet mak rak fatin ba terminasaun fio fibra otica .
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Desenho High Distribution Cabinet
C. Testing (OTDR e Power Meter)
Optical Time Domain Reflectometer (OTDR)
OTDR  equipamento nebe usa ba hodi halo teste no halo evaluasaun ba konesaun fibra otica lui husi tempo dominio nian.  Iha moos parametros balun nebe maquina OTDR  bele sukat mak:
  • Distancia
Ponto Lokalisasaun ba link ka ligasaun, ponto link ka ligasaun nia kotu.
  • Loss ka Lakon
Loss ba ida idak nia splice ou total loss husi ponto ba ponto husi ligasaun ida.
  • Atenuasaun
Atenuasaun husi fio nia laran ba ligasaun ida.
  • Refleksaun
Refleksaun nia boot (return loss) hare husi nia eventus ida.
Fo hatudu informasaun ba parte lakon ligasaun, lakon konektor e e fatin nebe la hetan sinal e moos  loss entre parte pontu rua nebe bele determina lui husi monitor OTDR. OTDR bele hatudu mai ligasaun nebe sukat husi parte ponta nian.
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Desenho OTDR
Power Meter
Power meter dipakai untuk mengukur total loss dalam sebuah link optic baik saat instalasi (uji akhir) atau pemeliharaan. Penggunaan power meter harus berada pada kedua ujung kabel fiber optic.
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Desenho Power Meter
D. Splicing (Fusion Splicer)
Processo ba parte junta fio ka splicing lui husi etapas ka passu tuir mai nee :
a.  Stripping ka hasai kulit fio nian husi parte coating fio fibra otica parte oin ho stripper assesorios ba hasai fio nia kulit ka isin lolon.



b.  Hamos Fio nebe hasai kulit ona ho Liquido Wipe tissue fibra otica.



c.   Kua ka tesi halo los fio fibra otica nebe loke ona nia kulit no iha parte fio nian ho cleaver


d.  Monta fios sira nebe tesi tia  fibra otica ba iha V-groove maquina junta nian e halo los lui husi maquina junta nian.

e.   Solda ka hamanas fio fibra otica usa electricidade husi elektroda
f.    Halo Analisa no Teste
g.   Monta parte protesaun ba fio fo nebe solda hotu ona e junto hotu ona


Desenho Fusion Splicer

 Parte nebe mak utiliza ona solusaun FO iha Timor - Leste:
1. Governo, entre Ministerial e Institusaun Autonomous, ho distancia  mais de 8 KM. Dili.
2. Timor Telecom, ho distancia 6 km. Dili
3. Parlamento Nacional, Entre Edificios interna, ho distancia 955 metros. 8 Pontos.
4. VIETTEL, kuase 95% haleu Timor - Leste.

NB: Lui husi Artikle ida nee ita bele hatene ona basiku funsaun husi FO nian no implementasaun, bele hare moos video no fotografias nebe disponible husi instalasaun no monta FO iha Timor - Leste rasiik, nebe hatudu katak Timor oan moos professional atu halo servisu ida nee ho diak.